Assista ao vídeo com a Ten. Maria Luísa,
aprovada com a maior nota da prova do Brasil
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O requisito principal é o diploma que você já tem, em uma das dezenas de áreas aceitas.

No último edital foram 473 vagas, distribuídas pelos 9 Distritos Navais do país.

Líquido de oficial, mais assistência médica e odontológica, alimentação e auxílio fardamento.

Não precisa ter servido nem ter carreira militar. Todo oficial dessa porta um dia foi civil.
O diploma custou caro, custou anos, custou noite de sono. E hoje está te rendendo um emprego que paga menos do que você vale, um vínculo que pode acabar numa reunião de dez minutos, ou uma área que você nem exerce mais.
Você abre o edital de um tribunal, vê dezenas de milhares de inscritos e fecha a aba
Oito matérias para decorar, anos de cursinho pela frente, e a conta nunca fecha
Todo ano você promete que vai começar, e todo ano a janela passa
As pessoas ao seu redor foram estabilizando a vida, e a sua ficou em modo espera
No fundo você já concluiu que concurso não é para você
Você fez essa conta com o número errado. Comparou a sua vida com o concurso mais disputado do
país.
O problema nunca foi você. Foi a porta que te mostraram.
Três motivos. Junte os três e você entende tudo.

Concurso famoso passa no jornal e junta multidão. O Serviço Militar Voluntário sai em edital oficial que quase ninguém acompanha. Menos gente sabendo é menos gente na fila.

A seleção pede a formação que você levou anos construindo. No concurso tradicional todo mundo larga do zero. Aqui você chega com metade do caminho andado.

Português. Não é oceano de matéria, não é direito administrativo, não é raciocínio lógico. São 40 questões em 3 horas, do jeito específico que a banca cobra.
Uma força do tamanho da Marinha do Brasil não funciona só com quem vai para o mar. Ela é uma cidade inteira por dentro. Tem hospital, então precisa de enfermeiro, dentista e fisioterapeuta. Tem ensino, então precisa de pedagogo. Tem obra e máquina, então precisa de engenheiro de quase toda especialidade. Tem gestão, então precisa de administrador, contador, até bibliotecário. O SMV é a porta de entrada dessas pessoas, trabalhando fardadas na própria área.
Escolha a sua área e veja o que ela significa aí dentro.

Você aprendeu a cuidar de gente dentro de um sistema que não cuida de você. Aqui a sua formação vira patente, com estrutura de verdade e uma rotina que na maior parte das funções é de segunda a sexta, das oito às dezesseis e trinta.

Você fez uma das faculdades mais difíceis do país para disputar vaga achatada no mercado. A Marinha precisa da sua cabeça técnica, tem obra, máquina, sistema e projeto, e paga como oficial por isso.

Te contaram que concurso para a sua área era só tribunal lotado. Ninguém te contou que as Forças Armadas têm escola, ensino, comunicação social e assistência, e precisam da sua formação.

Uma instituição desse tamanho é também orçamento, contrato, processo e gestão de pessoas. É por isso que administrador, contador e advogado entram pela mesma porta, no seu próprio quadro.
Nenhum deles era militar antes.

Pedagoga, ficou anos desempregada e nunca tinha feito um concurso na vida. Hoje é oficial da Marinha do Brasil, ganhando mais de dez mil reais todos os meses.

Vivia a rotina exaustiva dos plantões de enfermagem. Na Marinha encontrou o que a carreira privada nunca entregou: estabilidade, tranquilidade e reconhecimento.

Recém-formado em engenharia, deu de cara com o mercado que não abre porta para quem está começando. Hoje é engenheiro na Marinha, atuando na área dele.
Zero1CastPsicóloga do interior do Rio, seis anos tentando concurso com filho pequeno e batendo na trave. Hoje vive um tempo completamente novo, fardada. No vídeo, ela conta como é a vida de oficial por dentro.

Sentiu na pele o que é estudar sem direcionamento: a bibliografia não acaba nunca. Com o caminho pronto, acordava mais motivada e atravessou o edital até a aprovação.

Decidiu prestar o SMV no meio do mestrado, quase sem tempo. O conteúdo direto, as videoaulas e os simulados comentados couberam nas poucas horas que ele tinha. Deu certo.
Aprovada com a maior nota da prova do Brasil
Engenheira mecânica, escolheu a faculdade aos dezoito anos porque gostava de números. Passou por indústria, MBA e mestrado sem se encontrar em nenhum deles.
Prestou o SMV durante a pandemia, estudando enquanto trabalhava e terminava a dissertação. Foi aprovada com a maior nota da prova do Brasil e hoje é oficial da Marinha, sócia e expert do Concurseiro Zero1.
O resultado só saiu no fim do dia. Ela chorava de angústia desde a manhã. O Will chegou do trabalho, deu F5, e tinha saído. Ela pediu para atualizar de novo, só para ter certeza de que era real.
Ela gosta de repetir a frase da mãe: não é que a gente seja muito inteligente, é que a gente rala muito pelo que quer.
Perfeito, porque o SMV foi desenhado exatamente para você. Todo oficial que entrou por essa porta um dia foi um civil que nunca tinha servido. É como residência médica: ninguém entra sabendo operar, entra qualificado e aprende o ofício lá dentro.
Talvez não. A porta vai até os quarenta anos, e a idade conta na data da incorporação. Muita gente se elimina sozinha por preguiça de conferir uma regra que levava trinta segundos para ler.
A Maria estudou trabalhando e terminando um mestrado, no meio de uma pandemia. Não por ser especial, mas porque a preparação do SMV é um recorte: uma matéria, do jeito da banca. Uma hora focada no que cai vale mais que quatro afogado em apostilão.
Pode acontecer, e quem te garantir vaga está mentindo. O que a gente garante é o que depende da gente: preparação certa, na direção certa, no tempo certo. E o estudo não evapora. A janela do SMV abre todo ano, e você fica pronto para a próxima em vez de recomeçar do zero.
Saudável desconfiar. Por isso a gente não pede confiança, pede verificação: o Serviço Militar Voluntário está publicado nos canais oficiais da Marinha do Brasil. Digite, confira, e volte.
Múltipla escolha, cada questão valendo 2,5 pontos. No último edital era preciso somar ao menos 40 dos 100 pontos para não ser eliminado, e a classificação sai da sua nota. Interpretação, gramática e coesão. É prova totalmente estudável.
Prova objetiva, depois verificação de documentos, inspeção de saúde e, só no final, o teste físico. Cerca de 70 por cento das eliminações nos eventos complementares acontecem nessa reta, que é justamente onde ninguém prepara o candidato.
São 25 metros de natação em qualquer estilo e uma corrida de 2.400 metros, com previsão de segunda tentativa. Não tem flexão nem abdominal. E ele só acontece depois que você já passou na prova, com a gente te acompanhando no treino.
Na maior parte das funções o expediente é esse, com folgas e recessos que só existem dentro da Marinha. Compare com plantão de doze horas e escala de fim de semana. Para muita gente, só a rotina já valeria a mudança.
Não é um monte de aula solta para você se virar. É uma trilha em três fases.
Todas as etapas do concurso no detalhe, para você não cair onde a maioria cai nem perder prazo onde a maioria perde. A gente destrincha o edital inteiro e organiza em um cronograma direcionado, que encaixa na rotina de quem trabalha.
A única matéria da prova, estudada do único jeito que importa: como a banca cobra. Aula, questão comentada e padrão de pegadinha mapeado a partir das provas anteriores. Nada de apostilão genérico.
Simulados no padrão da prova, checklist de documentação e preparação para o teste físico depois que você passar. A diferença entre o quase e o aprovado costuma morar nos últimos trinta dias.
Organizado pelas quatro frentes do concurso.





Mentoria e estratégia

Português

Português

Português

Natação

Preparação física

Produtividade e foco

Disponível na preparação

O aplicativo de questões. Você filtra português por assunto e resolve do celular, com resolução detalhada de cada alternativa, resumo teórico a um toque, caderno automático das questões que você errou e estatísticas dos seus pontos fortes e fracos.

Condição especial nas instituições parceiras, para quem quiser fazer uma pós pagando muito menos e turbinar o currículo.

Se a banca vacilar em uma questão, você não fica sozinho. A gente ajuda a construir o recurso e brigar por cada ponto. Tem aluno que entrou na classificação exatamente assim.
O calendário se repete todo ano: o edital costuma sair entre o fim de outubro e o início de novembro, as inscrições vão até o comecinho de janeiro e a prova acontece em fevereiro. Quem começa depois do anúncio corre atrás de quem já estava pronto.
Contagem estimada para a janela do próximo edital, pelo padrão dos últimos editais. A data oficial só existe quando a Marinha publica.
Um cursinho de concurso genérico cobra por mês mais do que você investe aqui no ano inteiro. E te afoga em oito matérias que nem caem na sua prova.
Menos de R$1,70 por dia para se preparar para uma carreira de oficial da Marinha do Brasil.
Acesso imediato · Compra segura · 7 dias de garantia
Você entra, acessa tudo, estuda. Se em até sete dias sentir que não é para você, por qualquer motivo, pede o dinheiro de volta e a devolução é integral, sem interrogatório.
A gente só te quer dentro se fizer sentido para você.
Fechar esta página e voltar para a vida como ela está. Só que informação não desdescobre. Na próxima vez que você cruzar com alguém fardado, ou vir a notícia da convocação, vai lembrar que teve esse mapa na mão. E vai fazer a conta de onde já podia estar.
Decidir que a próxima janela te encontra pronto. Inscrição sem sufoco, documentação em ordem, prova estudada. E o físico você treina depois, já classificado, com a gente do seu lado.
A porta existe. Está aberta. E agora você sabe onde ela fica.
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